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Inflação ao produtor nos EUA dispara 1,4% em abril e atinge maior alta desde 2022

A inflação ao produtor nos Estados Unidos acelerou forte em abril de 2026 e registrou a maior alta

inflação — profissionais analisam produção industrial em fábrica durante divulgação do índice de inflação ao produtor (IPP) dos Estados Unidos
Imagem: Produção própria / Valious

A inflação ao produtor nos Estados Unidos acelerou forte em abril de 2026 e registrou a maior alta mensal em mais de quatro anos. O Índice de Preços ao Produtor (PPI, na sigla em inglês) subiu 1,4% no período, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (13) pelo Departamento de Estatísticas do Trabalho dos EUA. O avanço foi impulsionado principalmente pelos preços da energia, combustíveis e serviços de transporte.

O resultado veio acima dos meses anteriores e elevou a inflação acumulada em 12 meses para 6%, maior nível desde dezembro de 2022. O dado aumenta a preocupação do mercado com uma inflação mais persistente e pode reduzir as expectativas de cortes de juros pelo Federal Reserve (Fed), o banco central americano. Veja também: IPP sobe 0,34% em janeiro e metalurgia registra maior alta

Energia e combustíveis puxam disparada da inflação nos EUA

Os preços da energia voltaram a pressionar fortemente o índice. O setor registrou alta de 7,8% em abril, enquanto a gasolina disparou 15,6% no período. Diesel, querosene de aviação e combustíveis residuais também tiveram forte avanço.

Segundo o relatório, mais de 75% da alta dos bens de demanda final foi causada pela energia. O petróleo bruto também avançou, com alta de 11,3%, pressionando custos industriais e de transporte.

Além da energia, os serviços mostraram aceleração relevante. O índice de serviços de demanda final subiu 1,2%, maior avanço desde março de 2022. O transporte e armazenagem dispararam 5%, refletindo aumento no custo logístico das empresas.

O frete rodoviário foi um dos principais destaques do relatório, com alta de 8,1%. O movimento tende a impactar diferentes setores da economia, já que o aumento no custo do transporte costuma ser repassado para produtos e serviços.

A pressão também apareceu na cadeia industrial. Os preços dos bens processados para demanda intermediária subiram 2,7% em abril e acumulam alta de 9,4% em 12 meses. Já os bens não processados avançaram 20,9% no acumulado anual, maior aumento desde 2022.

O relatório mostra que a inflação deixou de ficar concentrada em poucos setores e voltou a atingir diferentes etapas da produção. Todos os estágios da demanda intermediária registraram alta no mês, indicando pressão disseminada na economia americana.

Apesar da aceleração geral, alguns produtos tiveram queda de preços. O índice de ovos de frango caiu 49,7% em abril, após fortes altas registradas anteriormente. Metais não ferrosos e gás natural residencial também recuaram.

O avanço da inflação ao produtor é acompanhado de perto pelos mercados porque o indicador costuma antecipar movimentos futuros da inflação ao consumidor. Quando empresas enfrentam custos maiores, parte desse aumento pode ser repassada aos consumidores nos meses seguintes.

Com o resultado de abril, investidores passaram a monitorar com mais atenção os próximos passos do Federal Reserve. Uma inflação mais forte pode levar o banco central americano a manter juros elevados por mais tempo para tentar conter a pressão sobre os preços.

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