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BTG Pactual lucra R$ 4,8 bilhões no 1º trimestre e amplia crescimento em crédito e gestão de fortunas

O BTG Pactual registrou lucro líquido ajustado de R$ 4,8 bilhões no primeiro trimestre de 2026, alta de

Prédio corporativo moderno com fachada de vidro iluminada ao entardecer em centro financeiro urbano, representando ambiente do mercado financeiro e setor bancário.
Imagem: Produção própria / Valious

O BTG Pactual registrou lucro líquido ajustado de R$ 4,8 bilhões no primeiro trimestre de 2026, alta de 42% em relação ao mesmo período do ano passado. O resultado foi divulgado nesta segunda-feira (11) e veio acompanhado de forte expansão nas áreas de crédito, gestão de patrimônio e serviços financeiros. O banco também alcançou quase R$ 10 bilhões em receita no período, mesmo em meio a um cenário de maior volatilidade global e juros elevados.

BTG Pactual amplia crescimento do lucro e avanço das receitas

A receita total do banco somou R$ 9,97 bilhões entre janeiro e março, crescimento de 34% na comparação anual. Já o retorno sobre patrimônio líquido médio (ROAE) ficou em 26,6%, acima dos 23,2% registrados no primeiro trimestre de 2025.

Segundo o BTG Pactual , o desempenho foi impulsionado pela diversificação das operações e pela expansão da base de clientes. O banco destacou a forte entrada de recursos em suas áreas de Wealth Management e Asset Management, além do crescimento da carteira de crédito corporativo e de varejo.

A área de Wealth Management & Personal Banking foi um dos principais destaques do trimestre. As receitas do segmento cresceram 44,6% em um ano e atingiram R$ 1,5 bilhão. O patrimônio sob gestão chegou a R$ 1,28 trilhão, com captação líquida de R$ 34,9 bilhões no período.

No crédito, o BTG Pactual ampliou sua carteira total para R$ 355 bilhões, avanço de 24% na comparação anual. A operação de Corporate Lending atingiu R$ 281 bilhões, enquanto a área de Consumer Finance chegou a R$ 73,6 bilhões após a consolidação integral do Banco Pan.

A divisão de Consumer Finance & Banking também ganhou relevância no resultado do banco. As receitas da unidade cresceram 40% em um ano, somando R$ 1,12 bilhão. O BTG informou que passou a reconhecer 100% das receitas do Banco Pan após concluir a aquisição da participação minoritária remanescente da instituição.

O banco afirmou ainda que o crescimento da carteira foi sustentado por uma estratégia de expansão disciplinada do crédito e pela menor concorrência no mercado de capitais. A instituição destacou que manteve o índice de Basileia em 15,9%, acima do mínimo regulatório, e encerrou o trimestre com liquidez considerada confortável.

Apesar do resultado forte, o relatório trouxe alguns sinais de atenção. O BTG informou aumento nas provisões relacionadas à carteira de veículos, citando revisão anual de provisionamento conforme regras do Banco Central. Analistas costumam acompanhar esse indicador para avaliar possíveis riscos futuros de inadimplência no crédito ao consumidor.

As despesas operacionais também cresceram. Os custos totais subiram 25% em relação ao primeiro trimestre de 2025, chegando a R$ 4,23 bilhões. O banco atribuiu o avanço à expansão dos negócios, reajustes salariais e à integração completa do Banco Pan.

Mesmo com o aumento das despesas, o BTG Pactual conseguiu manter indicadores de eficiência estáveis. O índice de eficiência ajustado ficou em 38,1%, praticamente no mesmo nível do trimestre anterior.

Na área de Investment Banking, as receitas cresceram 65% na comparação anual, alcançando R$ 627,9 milhões. O banco liderou operações de mercado de capitais no Brasil durante o trimestre, segundo dados citados no relatório.

O patrimônio líquido do BTG Pactual encerrou março em R$ 74,5 bilhões, enquanto os ativos totais chegaram a R$ 845,6 bilhões. O banco também informou que o volume total de recursos sob gestão e administração atingiu R$ 2,6 trilhões, avanço de 28% em 12 meses.

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