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Copom reduz Selic para 14,50% mesmo com inflação acima da meta

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu, nos dias 28 e 29 de abril de

ata do copom imagem ilustrativa
Imagem: Produção própria / Valious

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu, nos dias 28 e 29 de abril de 2026, reduzir a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 14,50% ao ano, em Brasília. A decisão foi tomada mesmo com a inflação acima da meta e expectativas desancoradas, em meio a um cenário de incerteza externa e desaceleração da economia brasileira.

A redução da Selic marca a continuidade do processo de ajuste na política monetária, ainda que em ritmo moderado. Segundo o Copom, a decisão reflete os efeitos já observados da política de juros elevados sobre a atividade econômica, que vem desacelerando ao longo dos últimos meses.

Ao mesmo tempo, o Banco Central destacou que a inflação recente voltou a subir e segue distante da meta. As expectativas para os próximos anos também permanecem elevadas, com projeções de 4,9% para 2026 e 4,0% para 2027, acima do objetivo oficial.

Apesar desse cenário, o comitê avaliou que há espaço para um ajuste gradual na taxa de juros, desde que mantida uma postura cautelosa. A autoridade monetária reforçou que a política seguirá restritiva por um período prolongado, justamente para garantir a convergência da inflação.

O ambiente externo foi apontado como um dos principais fatores de risco. As incertezas relacionadas a conflitos no Oriente Médio têm pressionado preços de commodities, especialmente o petróleo, com impacto direto sobre a inflação global e doméstica.

No cenário interno, a atividade econômica mostra sinais de moderação, como esperado pelo Banco Central. Por outro lado, o mercado de trabalho segue resiliente, com baixa taxa de desemprego e aumento da renda, o que pode sustentar pressões inflacionárias, principalmente no setor de serviços.

O Copom também destacou preocupações com a política fiscal. Segundo o comitê, dúvidas sobre a trajetória da dívida pública e eventuais estímulos à economia podem afetar as expectativas de inflação e influenciar a condução da política monetária.

As projeções do Banco Central indicam inflação de 4,6% em 2026 e 3,5% em 2027, ainda acima da meta no curto prazo. Diante disso, o comitê afirmou que os próximos passos dependerão da evolução dos dados econômicos, especialmente da inflação e das expectativas.

Por fim, o Copom reforçou que seguirá atuando com cautela diante do cenário de incerteza elevada. A magnitude e a duração dos próximos ajustes na taxa de juros ainda serão definidas ao longo do tempo, conforme novas informações forem incorporadas.

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