A produção Vale 1T26 atingiu 69,7 milhões de toneladas de minério de ferro, alta de 3% em relação ao ano anterior, enquanto as vendas cresceram 3,9%, mostrando um trimestre de avanço conjunto em volume e desempenho operacional. Ao mesmo tempo, cobre e níquel registraram crescimento de dois dígitos, reforçando a expansão em diferentes áreas da companhia
Nos principais números, além do minério de ferro, a produção de pelotas subiu 13,7%, chegando a 8,2 milhões de toneladas. O cobre alcançou 102,3 mil toneladas (+12,5%), com vendas de 91,2 mil toneladas (+11,4%), enquanto o níquel somou 49,3 mil toneladas (+12,3%), com vendas de 44,8 mil toneladas (+15,2%). Os preços também avançaram: o minério foi vendido a US$ 95,8 por tonelada (+5,5%), o cobre subiu 47,8% e o níquel 5,6%
O desempenho foi impulsionado por maior produção em ativos importantes. No minério de ferro, o avanço veio de operações como S11D e Brucutu, além do aumento gradual de novos projetos. Já no cobre e no níquel, o crescimento foi sustentado por recordes de produção e melhor desempenho operacional em diferentes minas e refinarias, além de maior estabilidade nas operações
Na prática, isso significa que a empresa produziu mais e vendeu mais em várias frentes ao mesmo tempo. Quando isso acontece junto com preços mais altos, o resultado tende a refletir maior entrada de recursos nas operações.
Em relação ao trimestre anterior, há uma queda na comparação sequencial, como no minério de ferro (-22,9%), indicando um início de ano mais fraco frente ao fim de 2025, mas com crescimento consistente na comparação anual
O que mais chama atenção é a combinação de aumento de volume e de preços em diferentes produtos, especialmente com metais básicos crescendo acima de 10%.
Esse conjunto de dados reforça o avanço operacional da empresa no início de 2026.



