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Vivo (VIVT3) lucra R$ 1,26 bilhão no 1T26, com avanço do pós-pago, fibra e serviços digitais

A Telefônica Brasil, dona da marca Vivo e negociada pelo ticker (VIVT3), registrou lucro líquido de R$ 1,26

Chip de celular da Vivo em close-up sobre superfície escura, em imagem corporativa realista usada como capa de notícia sobre telecomunicações, fibra e serviços móveis.
Imagem: Produção própria / Valious

A Telefônica Brasil, dona da marca Vivo e negociada pelo ticker (VIVT3), registrou lucro líquido de R$ 1,26 bilhão no primeiro trimestre de 2026, alta de 19,2% na comparação com o mesmo período do ano passado. O resultado foi divulgado nesta segunda-feira (11) e foi impulsionado principalmente pelo crescimento da base pós-paga, expansão da fibra óptica e avanço dos negócios digitais da companhia.

A receita líquida da empresa somou R$ 15,5 bilhões no trimestre, crescimento de 7,4% em um ano. Já o EBITDA, indicador usado para medir o resultado operacional, alcançou R$ 6,2 bilhões, avanço de 8,9%, com margem de 40,2%.

O principal motor do resultado continuou sendo o segmento pós-pago. A Vivo encerrou março com 72,1 milhões de acessos nessa modalidade, alta de 6,9% na comparação anual. Segundo a companhia, o desempenho foi impulsionado pela migração de clientes do pré-pago para planos controle e pós-pagos mais rentáveis.

A empresa também manteve níveis baixos de cancelamento de clientes. O churn do pós-pago permaneceu em 1%, considerado historicamente baixo para o setor.

Na fibra óptica, a Vivo seguiu acelerando a expansão da rede. A companhia chegou a 31,5 milhões de casas passadas com fibra, crescimento de 6,2% em um ano. O número de casas conectadas avançou 11,5%, para 8 milhões de acessos.

A receita com FTTH, serviço de internet por fibra, cresceu 9,3% no período. A empresa destacou ainda o avanço do Vivo Total, oferta que combina serviços móveis e fibra em um único pacote. O produto já representa quase metade da base de clientes FTTH da operadora.

Outro destaque do trimestre foi o crescimento dos negócios digitais. A receita de serviços digitais B2B avançou 23,8% em 12 meses, enquanto áreas como serviços financeiros, saúde e entretenimento também ganharam espaço dentro da estratégia da companhia.

O Vivo Pay, braço financeiro da empresa, segue entre as principais apostas de crescimento. Desde o lançamento, as operações de empréstimo pessoal já somaram R$ 1,25 bilhão. A empresa também ampliou sua atuação em saúde digital por meio da plataforma Vale Saúde.

No segmento móvel, a expansão do 5G continuou sendo prioridade. A Vivo (VIVT3) terminou o trimestre com cobertura em 905 municípios, alcançando cerca de 71% da população brasileira. Mais de 75% dos investimentos da companhia seguem direcionados para expansão da rede móvel e da fibra.

Os investimentos totalizaram R$ 2,05 bilhões no trimestre, alta de 9,6% em relação ao ano anterior. O fluxo de caixa livre ficou em R$ 2,2 bilhões, crescimento de 3,6%.

Apesar do resultado positivo, alguns indicadores mostraram pressão. A despesa financeira líquida subiu 26,6%, para R$ 720 milhões, impactada principalmente pela aquisição da FiBrasil e pelo aumento dos passivos de arrendamento ligados à expansão da rede.

A provisão para devedores duvidosos, indicador ligado à inadimplência, também avançou 13,2% no trimestre. Segundo a companhia, o impacto veio principalmente de um cliente corporativo específico.

Vivo (VIVT3) reforça remuneração aos acionistas

Mesmo com o aumento das despesas financeiras, a Vivo reforçou sua política de remuneração aos acionistas. A companhia informou que distribuirá R$ 6,99 bilhões entre juros sobre capital próprio, redução de capital e recompra de ações. Além disso, reafirmou o compromisso de distribuir pelo menos 100% do lucro líquido em 2026.

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