produtividade e custos do trabalho EUA ganharam destaque após os custos unitários de mão de obra subirem 4,4% no quarto trimestre de 2025, em meio a uma revisão para baixo da produtividade, indicando aumento no custo para produzir bens e serviços.
No período, a produtividade do setor empresarial não agrícola cresceu 1,8%, abaixo da estimativa anterior de 2,8%. Ao mesmo tempo, a remuneração por hora avançou 6,3%, enquanto as horas trabalhadas caíram 0,2%. Com isso, os custos unitários do trabalho — que medem quanto as empresas gastam com mão de obra para produzir — foram revisados para cima, passando de 2,8% para 4,4%.
Na prática, isso significa que os salários cresceram mais rápido do que a capacidade de produção. Quando isso acontece, o custo para as empresas produzir aumenta, já que estão pagando mais por trabalhador sem um ganho equivalente de produtividade.
Na comparação com o mesmo período do ano anterior, a produtividade subiu 2,5%, enquanto os custos do trabalho avançaram 2,4%, indicando um crescimento mais equilibrado no acumulado. Já no setor manufatureiro, a produtividade caiu 2,5% no trimestre, enquanto os custos dispararam 9,1%, mostrando piora mais intensa nesse segmento.
Os dados são acompanhados de perto pelo mercado porque refletem a eficiência da economia e os custos das empresas, fatores que influenciam preços, lucros e decisões econômicas mais amplas.



