O IPP registrou alta de 0,34% em janeiro de 2026, acelerando em relação ao avanço de 0,14% observado em dezembro de 2025. No acumulado de 12 meses, o índice permanece negativo em -4,33%, enquanto no ano soma alta de 0,34%.
Entre os grandes grupos industriais, as indústrias extrativas avançaram 1,39%, enquanto as indústrias de transformação registraram alta de 0,29% no mês.
Na análise por atividade, as maiores altas do IPP ocorreram em impressão e reprodução de gravações e metalurgia, ambas com elevação de 2,73% em janeiro. Também registraram aumentos relevantes outros produtos químicos (1,70%), sabões, detergentes e produtos de higiene (1,67%) e produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos (1,54%).
Por outro lado, as principais quedas foram observadas em preparação de couros e fabricação de artefatos de couro, artigos para viagem e calçados, com recuo de 1,60%, e em confecção de artigos do vestuário e acessórios, com queda de 1,03%. Também registraram retração equipamentos de informática, eletrônicos e ópticos (-1,02%), derivados do petróleo e biocombustíveis (-0,66%) e fabricação de bebidas (-0,49%).
O Índice de Preços ao Produtor (IPP) mede a variação dos preços recebidos pelos produtores industriais na saída das fábricas, sem incluir impostos e margens de distribuição, servindo como indicador da dinâmica de preços na indústria antes de chegar ao consumidor.



