A maior parte do dinheiro esquecido no sistema financeiro brasileiro pertence a pessoas físicas. Dados do Banco Central, com base em dezembro de 2025, mostram que 77% dos valores ainda não resgatados estão vinculados a cidadãos, e não a empresas.
Do total de R$ 10,27 bilhões ainda disponíveis para saque, aproximadamente R$ 7,97 bilhões pertencem a pessoas físicas, enquanto R$ 2,29 bilhões estão ligados a pessoas jurídicas.
Apesar de muitos desses valores serem baixos individualmente, o grande número de beneficiários — quase 50 milhões de pessoas — faz com que os montantes somados atinjam cifras bilionárias. O BC destaca que beneficiários podem aparecer mais de uma vez nas estatísticas, caso tenham valores em diferentes instituições.
Desde o início do sistema, já foram devolvidos R$ 13,35 bilhões, mas o estoque de valores a receber segue elevado, indicando que novos recursos continuam entrando na base e que parte da população ainda não realizou a consulta.




