A inflação 2026 voltou a subir e chegou a 4,36%, acumulando alta nas últimas semanas, enquanto outros indicadores importantes da economia, como juros, crescimento e câmbio, ficaram estáveis no mesmo período.
Os dados mostram que a projeção do IPCA passou de 4,31% para 4,36% na última semana, acima dos 3,91% registrados há quatro semanas. Já a taxa básica de juros (Selic) foi mantida em 12,50%, sem mudanças recentes. O crescimento da economia (PIB) segue em 1,85%, e o dólar permanece estável em R$ 5,40.
Além da inflação principal, outros indicadores também tiveram ajustes. O IGP-M subiu para 3,73%, indicando aumento em preços gerais, enquanto os preços administrados ficaram em 4,27%, sem variação recente. No setor externo, a balança comercial segue projetada em US$ 70 bilhões, e o investimento estrangeiro direto permanece em US$ 75 bilhões.
Na prática, isso significa que os analistas esperam uma inflação um pouco maior, enquanto o restante da economia mostra estabilidade. A Selic é a taxa de juros usada para controlar a inflação, e o PIB mede o crescimento da economia ao longo do tempo.
Comparando com semanas anteriores, o principal movimento foi a alta contínua da inflação, já que os demais indicadores praticamente não mudaram. O cenário geral indica estabilidade nos principais pilares, com exceção da pressão inflacionária.
Para o mercado, o que mais chama atenção é essa combinação: inflação subindo enquanto juros e crescimento permanecem parados, mostrando um ambiente econômico sem grandes mudanças, mas com pressão nos preços.
A inflação continua sendo o ponto central do cenário econômico.




