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1ª sessão de 2026: Ibovespa recua com pressão de frigoríficos; dólar e juros iniciam o ano em queda

O mercado financeiro brasileiro iniciou 2026 com movimentos distintos entre o mercado de ações e o câmbio. A primeira sessão do ano foi marcada por ajustes técnicos, influências externas vindas dos Estados Unidos e da China, e uma liquidez reduzida típica do período pós-feriados.

Enquanto o Ibovespa encerrou o dia em território negativo, pressionado pelo setor de proteínas, o dólar e os juros futuros (DIs) apresentaram alívio, reagindo ao cenário internacional.

Destaques do pregão e cenário externo

O Ibovespa, principal índice da B3, fechou a sexta-feira (2) em queda de 0,36%, aos 160.538 pontos. O índice chegou a tocar a máxima de 161.956 pontos pela manhã, impulsionado pelo otimismo inicial no exterior, mas perdeu força ao longo do dia, atingindo a mínima de 160.059 pontos.

No cenário internacional, as bolsas de Nova York operaram de forma mista, mas majoritariamente positivas, com destaque para a força das empresas de tecnologia e semicondutores. O S&P 500 subiu 0,19% e o Dow Jones avançou 0,66%, enquanto o Nasdaq teve leve recuo de 0,03%. O mercado norte-americano segue monitorando a expectativa de cortes de juros pelo Federal Reserve (Fed), cuja projeção de manutenção das taxas em janeiro permanece elevada.

Já o dólar comercial registrou forte desvalorização frente ao real, encerrando o dia em queda de 1,19%, cotado a R$ 5,423 na compra e R$ 5,424 na venda. O movimento reflete o otimismo global com o setor de inteligência artificial e a atratividade das operações de carry trade (diferencial de juros) para o Brasil.

O grande destaque negativo do dia ficou por conta do setor de frigoríficos. As ações da Minerva (BEEF3) lideraram as perdas do índice, despencando 6,77%, enquanto a Marfrig (MRFG3) recuou 3,60%.

A pressão vendedora decorre da decisão da China de aplicar tarifas de importação adicionais (uma sobretaxa de 55%) para a carne bovina que exceder determinadas cotas. Como a China é o principal destino das exportações de proteína brasileira, a medida gerou cautela imediata entre os investidores quanto ao impacto nas margens e volumes das companhias nacionais.

Outros movimentos relevantes incluíram:

  • Petrobras (PETR4): Queda de 0,36%, acompanhando a volatilidade do petróleo no exterior, apesar da notícia positiva sobre o início da produção da plataforma P-78.
  • Vale (VALE3): Alta de 0,58%, sustentando parte do índice e destoando do setor de materiais básicos, que teve desempenho misto.
  • Varejo Alimentar: Destaque positivo para o Pão de Açúcar (PCAR3), que subiu 4,21%, figurando entre as maiores altas do dia.

Juros Futuros (DIs) em queda

A curva de juros brasileira acompanhou o comportamento do dólar e o alívio nos rendimentos dos Treasuries (títulos do tesouro americano) ao longo do dia. As taxas dos contratos de Depósito Interfinanceiro (DI) fecharam em queda em todos os vencimentos, sinalizando uma percepção de risco mais controlada neste início de ano.

  • DI Jan/27: 13,755% (-0,290 pp)
  • DI Jan/29: 13,125% (-0,417 pp)
  • DI Jan/31: 13,390% (-0,409 pp)

A queda nos juros futuros é um sinal positivo para setores sensíveis ao crédito e ao consumo, embora o impacto nas ações de construtoras e varejistas tenha sido heterogêneo nesta sessão.

O que observar nos próximos dias

Para as próximas sessões, o mercado deve voltar sua atenção para a divulgação de dados econômicos mais robustos, já que a agenda desta sexta-feira foi esvaziada.

Os investidores devem monitorar:

  1. Indicadores de Atividade (PMIs): Novos dados da indústria na Europa e nos EUA podem ditar o ritmo da aversão ou apetite ao risco global.
  2. Cenário Fiscal: A sanção da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026 e os vetos presidenciais continuam no radar, pois sinalizam o compromisso do governo com o equilíbrio das contas públicas.
  3. Desdobramentos na China: Novas informações sobre a aplicação das tarifas de importação podem trazer volatilidade adicional aos papéis de frigoríficos.

De modo geral, o mercado financeiro segue operando com foco em informações concretas e sinais vindos da economia real, ponderando os riscos externos contra a atratividade dos ativos locais.

Equipe Valious

Equipe editorial do portal Valious.

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